O deputado federal cassado Josimar Maranhãozinho, líder do PL no Maranhão, se manifestou nesta segunda-feira (1) sobre o posicionamento do partido em relação as eleições de outubro próximo, quando estará em disputa a presidência da República, o governo do estado, duas cadeiras no Senado, dezoito mandatos de deputado federal e quarenta a dois de deputado estadual.
Sobre sucessão presidencial, Maranhãozinho, que já foi chamado de chefe de quadrilha pelo presidiário Jair Bolsonaro, pai de pré-candidato a presidente Flávio Bolsonaro (PL), disse que vai acompanhar as determinações do partido, ou seja, deve comandar a campanha do amigo do ex-banqueiro criminoso Daniel Vorcaro no estado.
Quanto a sucessão estadual, o líder do PL, que possui aliados em mais de 40 prefeituras, observou que já conversou com os pré-candidatos Orleans Brandão (MDB), Eduardo Braide (PSD) e Lahésio Bonfim (Novo) e que ainda não tem uma posição definida sobre quem apoiará para governador. Adiantou, porém, que até o final de julho deve anunciar a decisão do partido. Maranhãozinho descartou, no entanto, qualquer possibilidade de coligação com o pré-candidato do PT, Felipe Camarão.
Outra questão que o partido ainda vai sentar para definir, provavelmente em julho, segundo Josimar, diz respeito a segunda vaga de senador. Por enquanto existe apenas a decisão de apoiar a reeleição do senador Weverton Rocha, suspeito de fazer parte do esquema de corrupção que desviou dinheiro dos aposentados e pensionistas do INSS, já tendo sido inclusive alvo da Polícia Federal.
Josimar de Maranhão falou ainda sobre suposto interesse na presidência da Assembleia Legislativa, mas observou que esse assunto somente deverá ser discutido após as eleições e de acordo com o resultado das urnas.
A mais recente pesquisa presidencial do instituto Real Time Big Data aponta vantagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em uma eventual disputa de segundo turno contra o senador Flávio Bolsonaro (PL). Segundo o levantamento divulgado neste domingo (1º), Lula aparece com 45% das intenções de voto, enquanto Flávio registra 40%, em um cenário que reproduz uma possível polarização entre os dois campos políticos mais fortes do país.
O levantamento, registrado sob o número BR-05864/2026, foi realizado entre os dias 29 e 30 de maio com 2.000 entrevistados em todo o território nacional. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com índice de confiança de 95%.
Na pesquisa espontânea, quando os nomes dos candidatos não são apresentados aos entrevistados, Lula lidera com 33% das citações, seguido por Flávio Bolsonaro, com 25%. O ex-presidente Jair Bolsonaro aparece com 2%, mesmo estando inelegível, empatado com Renan Santos e Ronaldo Caiado. Romeu Zema registra 1%. Outros 14% afirmaram votar em branco ou nulo, enquanto 21% não souberam responder.
Na pesquisa estimulada, em que os nomes dos candidatos são apresentados aos entrevistados, Lula mantém a liderança nos dois cenários testados pelo instituto.
No primeiro cenário, o presidente aparece com 38% das intenções de voto, contra 31% de Flávio Bolsonaro. Na sequência surgem Renan Santos (Missão) e Ronaldo Caiado (PSD), ambos com 6%, seguidos por Romeu Zema (Novo), com 4%. Aécio Neves (PSDB) e Joaquim Barbosa (DC) registram 3% cada, enquanto Augusto Cury (Avante) tem 1%. Outros candidatos somados alcançam 1%, enquanto votos nulos e brancos somam 3% e 4% não souberam responder.
Primeiro cenário de primeiro turno:
No segundo cenário, Lula repete os 38%, enquanto Flávio Bolsonaro permanece com 31%. Renan Santos e Ronaldo Caiado mantêm 6% cada. Romeu Zema sobe para 5%, Aécio Neves registra 3%, Aldo Rebelo (DC) aparece com 1% e Augusto Cury também tem 1%. Os demais candidatos somados atingem 1%, com 3% de votos nulos e brancos e 5% de indecisos.
Segundo cenário de primeiro turno:
Cenários de segundo turno favorecem Lula
Além da disputa contra Flávio Bolsonaro, a pesquisa testou outros confrontos diretos. Em todos eles, Lula aparece na frente ou empatado tecnicamente.
Contra Flávio Bolsonaro, o petista tem 45%, ante 40% do senador. Brancos e nulos somam 8%, enquanto 7% não souberam responder.
Em um eventual segundo turno contra Ronaldo Caiado, há empate numérico: 43% para Lula e 43% para o governador goiano. Nulos e brancos representam 8%, e 6% estão indecisos.
No confronto com Romeu Zema, Lula registra 43% e o governador mineiro alcança 40%. Os votos nulos e brancos somam 11%, enquanto 6% não responderam.
Diante de Renan Santos, Lula amplia a vantagem para 46%, contra 30% do influenciador e empresário. Nesse cenário, 12% declararam voto nulo ou branco e outros 12% não souberam responder.
Já em uma disputa contra Aécio Neves, o presidente alcança sua maior vantagem, com 47% das intenções de voto, enquanto o ex-governador mineiro registra 23%. Os votos nulos e brancos chegam a 16%, e 14% permanecem indecisos.
A série histórica apresentada pelo instituto mostra crescimento de Lula na disputa direta contra Flávio Bolsonaro. Em março de 2026, o presidente tinha 42% das intenções de voto, passando para 43% em maio e alcançando 45% em junho. Flávio Bolsonaro oscilou de 41% para 44% e depois recuou para 40% no levantamento mais recente.
Rejeição
A pesquisa também mediu a rejeição dos possíveis candidatos. Lula e Flávio Bolsonaro aparecem empatados como os nomes mais rejeitados do levantamento, ambos com 48%. Na sequência estão Aécio Neves (45%), Ronaldo Caiado (39%) e Romeu Zema (35%). Aldo Rebelo registra 34%, Cabo Daciolo 32%, Samara Martins 31%, Rui Costa Pimenta 30% e Renan Santos 28%.
O deputado estadual Carlos Lula (PSB) fez um alerta, nesta quarta-feira (27), na tribuna da Assembleia Legislativa do Maranhão, sobre o avanço da violência no estado após a divulgação do Atlas da Violência 2026, publicado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) em parceria com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Durante o pronunciamento, o parlamentar destacou que sete cidades maranhenses aparecem entre os municípios mais violentos do país e cobrou do Governo do Estado medidas emergenciais de enfrentamento à violência letal.
Segundo o levantamento, Imperatriz, Caxias, Balsas, Timon, Açailândia, Bacabal e Codó estão entre as 51 cidades brasileiras com mais de 100 mil habitantes e maiores índices de homicídio.
Carlos Lula ressaltou que, enquanto o Brasil registrou redução nos índices de violência, o Maranhão seguiu em sentido contrário. “O Brasil reduziu a violência letal. O Maranhão aumentou. Isso precisa ser tratado com a seriedade que o tema exige”, afirmou o deputado.
O parlamentar chamou atenção para o avanço da criminalidade fora da Região Metropolitana de São Luís e afirmou que os dados revelam fragilidades estruturais na presença do Estado no interior maranhense. “A violência deixou de ser um problema concentrado apenas nas grandes capitais. Hoje ela avança pelo interior, justamente onde o Estado chega menos com inteligência, prevenção e estrutura de segurança pública”, declarou.
Carlos Lula também destacou que algumas cidades maranhenses apresentam índices proporcionais de homicídios superiores aos registrados em grandes capitais brasileiras. “Imperatriz, por exemplo, apresenta taxa proporcional maior do que cidades como Salvador, Recife e Fortaleza. Isso é extremamente grave”, disse.
Durante o discurso, o deputado também alertou para o crescimento da violência contra mulheres, jovens e da letalidade por arma de fogo no Maranhão nos últimos anos.
Diante do cenário, Carlos Lula anunciou que irá apresentar uma indicação ao Governo do Estado e à Secretaria de Estado da Segurança Pública solicitando a criação de um plano emergencial de combate à violência no Maranhão, com ações específicas para os municípios citados no Atlas da Violência.
Entre as medidas defendidas pelo parlamentar estão o fortalecimento da inteligência policial, ampliação da presença do Estado no interior, metas de redução de homicídios, atualização do Plano Estadual de Enfrentamento ao Feminicídio e políticas públicas voltadas à proteção da juventude negra. “Segurança pública não pode funcionar apenas na lógica da reação. É preciso planejamento, prevenção, inteligência e presença permanente do Estado”, afirmou.
Ao encerrar o pronunciamento, Carlos Lula defendeu que os dados do Atlas da Violência sejam tratados como um alerta para o Maranhão. “Estamos falando de vidas. De famílias destruídas. O Maranhão precisa enfrentar esse problema com prioridade e responsabilidade”, concluiu.
Pesquisa do instituto Meio/Ideia divulgada nesta quinta-feira (28) aponta que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ampliou sua vantagem sobre o senador Flávio Bolsonaro (PL) em uma eventual disputa de segundo turno nas eleições presidenciais de 2026.
No cenário estimulado de primeiro turno, Lula aparece com 38,5% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro registra 31,5%. Na comparação com o levantamento anterior, divulgado em 6 de maio, o presidente oscilou de 40% para 38,5%, enquanto o senador caiu de 36% para 31,5%.
A pesquisa perguntou aos entrevistados: “Em qual desses candidatos você votaria para presidente da República se a eleição fosse hoje?”. Além de Lula e Flávio Bolsonaro, o levantamento incluiu outros nomes da política nacional. O governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil), obteve 5,5%, seguido pelo governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), com 2,4%, e Renan Santos, com 2,1%. Outros candidatos somaram 4,4%, enquanto 5,1% declararam voto branco ou nulo e 10,5% disseram estar indecisos ou não souberam responder.
No cenário de segundo turno entre Lula e Flávio Bolsonaro, o presidente aparece com 46,5% das intenções de voto, contra 41,4% do senador. O resultado representa crescimento de 1,2 ponto percentual para Lula e queda de 3,3 pontos para Flávio Bolsonaro em relação à rodada anterior.
Na pesquisa anterior, os dois estavam tecnicamente empatados dentro da margem de erro. Lula tinha 45,3% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro registrava 44,7%.
O levantamento também simulou outros cenários de segundo turno envolvendo Lula. Em todos eles, o presidente lidera com vantagens que variam entre 6 e 21 pontos percentuais.
Contra o ex-presidente do Supremo Tribunal Federal Joaquim Barbosa (DC), Lula aparece com 46% contra 26%. Em disputa contra Renan Santos, o presidente marca 46%, diante de 31% do adversário.
Já em um eventual confronto com Romeu Zema, Lula registra 46% contra 37%. Contra Ronaldo Caiado, o petista soma 46%, enquanto o governador goiano aparece com 40%.
A pesquisa ainda testou cenários contra Aécio Neves (PSDB), em que Lula tem 46% contra 25%, e contra a ex-ministra Tereza Cristina (PP), com placar de 46% a 27%.
Em uma disputa contra Michelle Bolsonaro (PL), o presidente mantém 46% das intenções de voto, enquanto a ex-primeira-dama registra 40%.
O instituto Meio/Ideia ouviu 1.500 pessoas com 16 anos ou mais em todo o Brasil.
O time de Lula no Maranhão começará o mês de junho em pleno clima de campanha eleitoral. Embalado pelo apoio declarado do presidente Lula e presença do presidente nacional do partido, Edinho Silva, o pré-candidato a governador do estado, vice-governador Felipe Camarão, deverá ser aclamado representante do PT na sucessão estadual, tendo como candidata ao Senado, Eliziane Gama, vice-líder do governo no Congresso Nacional, que terá a reeleição, na próxima segunda-feira, primeiro de junho, durante a plenária do movimento Diálogos pelo Maranhão.
Dia primeiro de junho, numa casa de eventos na Av. dos Holandeses, Camarão dará a largada da campanha rumo ao Palácio dos Leões e para isso contará com uma arrojada militância e a presença do presidente Luís Inácio Lula da Silva, considerado o maior cabo eleitoral do estado pelo os benefícios que seu governo trouxe ao Maranhão, em seu palanque e em todas as peças publicitárias.
O pré-candidato do PT, no entanto, terá que construir a unidade do partido, hoje divido por conta de posicionamentos no que diz respeito a aliança com o governador Carlos Brandão (MDB) e seu candidato a governador, Orleans Brandão (MDB). Grande parte da militância, mesmo antes do presidente gravar vídeo confirmando apoio a Camarão, defendem candidatura própria, enquanto velhos dirigentes com cargos no governo ainda defendem apoio a Orleans e aliança com Brandão.
No vídeo em que gravou referendando Felipe Camarão com candidato do partido, Lula recomendou que ele procurasse fazer mais amigos que inimigos e é isso que agora o candidato a governador deverá fazer, ou seja, tentar convencer o partido como um todos a cerarem fileira em sua campanha, visto que, pelo que está sendo desenhado, o palanque de Lula no Maranhão será o do PT, ainda que outros candidatos, incluindo Orleans, declarem apoio à sua reeleição para presidente.
A convocação da militância para o encontro petista da próxima segunda-feira tem sido deita pelo pré-candidato nas redes sociais e não deixa dúvidas que o encontro será uma espécie de largada da caminhada. O vice-governador classifica como um “grande encontro do nosso tempo, o tempo de Lula”.
O presidente nacional do PT, que por três vezes cancelou sua agenda no Maranhão, desta vez desta vez se fará presente e deve reunir com a militância para pedir unidade em torno de Camarão, missão que não será fácil, devido posições que dirigentes do PT ocupam no governo e que não estariam dispostos a abrir mão.
Felipe, no entanto, mostra confiança na possibilidades de todos remarem mesma direção. Já a edição do “Diálogos pelo Maranhão”, movimento que percorreu o interior do estado ouvindo a população e apresentando propostas deverá se constituir na reafirmação de Camarão como candidato ao governo, Lula presidente e Eliziane senadora.
A presidente do Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão, desembargadora Francisca Galiza, abriu a sessão de julgamentos desta terça, 26 de maio, com a leitura de Nota de Repúdio que responde às declarações divulgadas em redes sociais por Peron Figueiredo, pré-candidato a Deputado Estadual, nas quais são imputadas, de forma genérica e sem qualquer respaldo factual, práticas ilícitas e condutas incompatíveis com os deveres éticos e institucionais da magistratura eleitoral.
Na Nota, a presidente destacou que as afirmações configuram grave ataque à honra e à dignidade de magistradas e magistrados que integram a Corte Eleitoral Maranhense e atentam contra a independência funcional da Justiça Eleitoral, extrapolando os limites constitucionais da liberdade de expressão. “A crítica legítima às instituições republicanas, sempre bem-vinda em um Estado Democrático de Direito, distingue-se, de forma inequívoca, da acusação infundada e da ofensa deliberada, que não encontram abrigo na ordem constitucional vigente”, afirmou.
Por fim, ela ressalta que o TRE-MA exerce suas funções em estrita observância à Constituição da República, à legislação eleitoral e aos princípios que regem a atuação jurisdicional, com compromisso inabalável com a legitimidade do processo democrático. O documento também enfatiza que tentativas de descredibilizar a Justiça Eleitoral por meio de declarações ofensivas e irresponsáveis não intimidam a Corte e nem comprometem a independência com que desempenha sua função constitucional.
A manifestação foi endossada pelos demais membros da Corte e pelo procurador do Ministério Público Federal. Presente à sessão também estava o juiz Marco Adriano Ramos Fonseca, presidente da Associação de Magistrados/as.
Íntegra da Nota de Repúdio
O Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão manifesta veemente repúdio às declarações divulgadas em redes sociais pelo senhor Peron Figueiredo, pré-candidato a Deputado Estadual, nas quais são imputadas, de forma genérica e sem qualquer respaldo factual, práticas ilícitas e condutas incompatíveis com os deveres éticos e institucionais da magistratura eleitoral.
As afirmações veiculadas configuram grave ataque à honra e à dignidade dos magistrados que integram esta Corte e atentam contra a independência funcional da Justiça Eleitoral, extrapolando os limites constitucionais da liberdade de expressão. A crítica legítima às instituições republicanas, sempre bem-vinda em um Estado Democrático de Direito, distingue-se, de forma inequívoca, da acusação infundada e da ofensa deliberada, que não encontram abrigo na ordem constitucional vigente.
Este Tribunal exerce suas funções em estrita observância à Constituição da República, à legislação eleitoral e aos princípios que regem a atuação jurisdicional, com compromisso inabalável com a legitimidade do processo democrático. Tentativas de descredibilizar a Justiça Eleitoral por meio de declarações ofensivas e irresponsáveis não intimidam esta Corte nem comprometem a independência com que desempenha sua função constitucional.
A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta terça-feira (26) confirmar a decisão individual do ministro Flávio Dino que acabou com a aposentadoria compulsória como pena máxima a juízes condenados por faltas disciplinares graves, como venda de sentenças, corrupção, assédio sexual e moral, entre outras. 

O colegiado negou um recurso apresentado pela Procuradoria-Geral da República (PGR) e por dois magistrados que foram aposentados compulsoriamente e perderam o benefício.
No dia 16 de março, Dino determinou o fim da aposentadoria compulsória e alegou que a Emenda Constitucional n° 103, a última reforma da previdência, deixou de prever o benefício.
Pelo entendimento, após condenação à pena máxima pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), a Advocacia-Geral da União (AGU) deverá entrar com uma ação no Supremo para que o magistrado tenha a perda do cargo decretada.
Na sessão desta terça-feira, Flávio Dino reafirmou sua posição sobre a impossibilidade de condenação de magistrados à aposentadoria compulsória como pena administrativa mais grave. Nesses casos, o juiz recebe aposentadoria proporcional ao tempo de serviço.
“Se um juiz vende uma decisão judicial ou se um juiz mata alguém, esse juiz tem que ser punido. Se a punição é uma aposentadoria compulsória, quem está suportando o ônus da punição dele? A sociedade. A punição é para o contribuinte. O magistrado que cometeu um homicídio será sustentado pela coletividade”, afirmou.
O fim da aposentadoria compulsória foi também foi chancelado pelos ministros Cristiano Zanin, Alexandre de Moraes e Cármen Lúcia.
Moraes afirmou que não tem sentido punir um juiz corrupto, por exemplo, com aposentadoria compulsória.
“A aposentadoria compulsória paga pelo contribuinte não é sanção”, completou.
Em 20 anos, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) condenou 126 magistrados à aposentadoria compulsória.
O CNJ foi criado em 2005 e é responsável pelo julgamento de faltas disciplinares cometidas por juízes e desembargadores.
Ao longo da história, o CNJ aplicou a Lei Orgânica da Magistratura Nacional (Loman). A norma definiu que são penas disciplinares a advertência, censura, remoção compulsória, disponibilidade com vencimentos proporcionais ao tempo de serviço e aposentadoria compulsória com vencimentos proporcionais ao tempo de serviço, a punição mais grave. (Agência Brasil )