O presidente Luiz Inácio Lula da Silva venceria o segundo turno das eleições presidenciais com 45% dos votos, contra 38% de Flávio Bolsonaro, segundo pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (14).
Lula também venceria o segundo turno das eleições presidenciais com 44% dos votos, contra 39% de Tarcísio de Freitas, segundo a pesquisa.
No cenário espontâneo, 68% dos entrevistados se dizem indecisos. Ainda assim, o presidente Lula aparece na liderança, com 19%, seguido por Flávio Bolsonaro, com 7%. O ex-presidente preso Jair Bolsonaro registra 2%.
Vice-presidente nacional do Partido dos Trabalhadores, o deputado federal Rubens Pereira Junior confirmou nesta manhã de quarta-feira (14) em entrevista ao programa Bom Dia Mirante, quadro Bastidores, conversas das direções nacionais do PT e PSD, do prefeito Eduardo Braide, sobre sucessão estadual no Maranhão.
Segundo o parlamentar, um dos vice-líderes do PT na Câmara Federal, atualmente existem três teses sendo avaliadas no partido: candidatura de Felipe Camarão, que contaria com o apoio da militância; aliança com o prefeito de São Luís Eduardo Braide (PSD) e aliança com o secretário de Assuntos Municipalistas do governo, Orleans Brandão (MDB), defendida pela direção estadual.
A posição definitiva sobre os rumos que os petistas tomarão no Maranhão será definido no encontro que definirá sobre tática eleitoral, a data ainda não definida, podendo sair vencedora um das três teses que estão sendo discutidas, inclusive aliança com o prefeito, que segundo ele vem fazendo uma grande administração e que este fator deverá ser levado em consideração.
O parlamentar, que recentemente manifestou apoio à pré-candidatura de Felipe Camarão, adiantou, no entanto, que a tomada de decisão será levada em conta não o que será melhor para os políticos e sim para o Maranhão.
Pelo que falou o parlamentar, que é membros da executiva nacional, a questão sobre sucessão estadual está completamente aberta, podendo prevalecer qualquer uma das três teses ora em discussão no partido.
O fato novo foi a confirmação de que dirigentes do PT e do PSD realmente conversam sobre a possibilidade de aliança dos dois partidos no Maranhão. Braide faz grande na Prefeitura de São Luís e vem tendo excelente desempenho nas pesquisas.
Essa articulação que já vinha sendo especulada nos bastidores da sucessão ganhou vida hoje com a confirmação do deputado Rubens Pereira Junior, atualmente rompido com o governador Carlos Brandão.
E por falar em Bradão, ele deve reunir líderes de partidos que integram sua base de apoio na próxima semana para tratar de eleições e apresentar oficialmente o pré-candidato Orleans. O governador também deverá definir se fica até o final do mandato ou sai para ser candidato ao Senado.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera em todos os cenários de primeiro turno testados e à frente da maioria das simulações de segundo turno, de acordo com a primeira pesquisa de intenção de voto registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em 2026, a Meio/Ideia, divulgada nesta terça-feira (13).
No primeiro cenário estimulado de primeiro turno, Lula aparece com 40,2% das intenções de voto, contra 32,7% de Tarcísio. Os governadores Romeu Zema (Novo-MG) e Ronaldo Caiado (União-GO) surgem empatados com 5,5% cada. Indecisos somam 11,8%, enquanto brancos e nulos chegam a 3,6%.
Em simulações que incluem o principal herdeiro político do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), Lula mantém a liderança, com índices entre 39,6% e 39,7%, enquanto o filho de Bolsonaro oscila entre 26,5% e 27,6%. Quando o nome testado é o da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL), Lula marca cerca de 40% das intenções de voto, contra aproximadamente 29% da adversária.
Outros governadores cotados pela direita, como Ratinho Jr. (PSD-PR), Eduardo Leite (PSD-RS), Zema e Caiado, aparecem com percentuais de um dígito em todos os cenários de primeiro turno.
Nas simulações de segundo turno, Lula venceria praticamente todos os adversários testados. Contra Michelle Bolsonaro, o presidente teria 46% dos votos, ante 39% da ex-primeira-dama. O mesmo índice de 46% se repete nas disputas contra Ratinho Jr., Caiado, Zema e Flávio Bolsonaro, todos com percentuais na casa dos 36% a 37%.
O único adversário que se aproxima do petista no segundo turno é o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP), com quem Lula empata tecnicamente em uma eventual disputa direta: o atual presidente aparece com 44,4% das intenções de voto, enquanto o governador paulista soma 42,1%, configurando empate técnico dentro da margem de erro.
O levantamento indica ainda um grau elevado de cristalização do voto: 64,5% dos entrevistados dizem já estar decididos sobre em quem votar para presidente em 2026, enquanto 35,5% afirmam que ainda podem mudar de escolha.
Foram 2 mil pessoas ouvidas por telefone entre os dias 8 e 12 de janeiro. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos.
A decisão do vice-governador Felipe Camarão (PT) de não renunciar ao cargo, conforme proposto pelo governador Carlos Brandão (sem partido), coloca o chefe do Executivo estadual em situação delicada, pois a ter como opção apenas continuar no mandato para tentar eleger seu sucessor o sobrinho Orleans ou desincompatibilizar para concorrer ao Senado.
O pré-candidato do PT tem deixado bem claro nos encontro do movimento Diálogos pelo Maranhão e em reuniões com líderes dos partidos de esquerda que é candidato a governador e que jamais abrirá mão desse direito. Segundo apurou o blog junto a fontes ligadas ao Palácio dos Leões, no último encontro que teve com o governador, Camarão teria alertado ele não fazer projeto contando com sua renúncia.
No último sábado (10) Camarão voltou a reuniu, na residência da vice governadoria a frente de esquerda, formada por líderes do PT, PSB, PCdoB, PSOL e Rede, a reafirmou que não abre mão da sua candidatura ao Governo, qualquer que seja a circunstância, posição que recebeu aplausos e incentivos dos presentes. A decisão do petista é de manter firme o projeto de candidatura a governador do Estado. O encontro com líderes da esquerda foi definido por Felipe como “mais um passo na construção da nossa pré-candidatura”.
O obstáculo imposto por Camarão limita o governador a optar por sair para concorrer ao Senado e entregar o comando do estado para o vice disputar a reeleição ou continuar no mandato para tentar eleger o seu sobrinho Orleans governador. Brandão tem até o dia quatro de abril, prazo limite para quem vai disputar a eleição e exerce cargo público se afastar, para decidir seu futuro político. Diante do dilema, Brandão já avisou que deseja tomar a decisão ouvindo o colegiado, diante da complexidade da questão.
Se resolver ficar, com certeza, mobilizará todas as forças de centro-direita e direita, hoje praticamente alinhadas com a pré-candidatura de Orleans, para medir forças com a frente de esquerda que está sendo formada em torno da pré-candidatura de Camarão.
Diante das avaliações que movimentam os bastidores da eleição, é muito pouco provável que aja entendimento entre os dois blocos se nenhum dos dois lados está disposto a ceder. Brandão não admite passar o comando do estado para Felipe, que por sua vez descarta qualquer possibilidade de renunciar ao mandato de vice. Sem perspectiva de acordo, caberá a Carlos Brandão decidir se fica ou sai.
Não existe outra alternativa e Brandão tem menos de 90 dias para tomar sua decisão. Se ficar, a pré-candidatura de Orleans estará consolidada, terá o reforço da máquina estadual e uma ampla aliança partidária, caso contrário o projeto Orleans corre o risco de não vingar. Brandão também corre o risco de ficar sem o mandato de senador e seu candidato a governador não decolar, dai a necessidade de muita cautela nessa hora.
Sem precisar renunciar a nada para ser candidato, Felipe Camarão apenas aguarda para saber se será candidato sentado na cadeira de governador ou não.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva celebrou a conquista de Wagner Moura como Melhor Ator em Filme de Drama no Globo de Ouro, destacando o feito como um marco para o cinema brasileiro e para a cultura nacional. A manifestação do chefe do Executivo enfatiza o orgulho pelo reconhecimento internacional de artistas do país e o simbolismo da premiação.
A comemoração foi feita pelo presidente em uma publicação nas redes sociais, na qual ele afirmou: “O cinema brasileiro mais uma vez no topo do mundo! Sensacional a vitória do talentosíssimo Wagner Moura como Melhor Ator em filme de Drama no @goldenglobes”.
O presidente também associou a conquista a um momento mais amplo vivido pelo setor cultural brasileiro. Ao ecoar reflexões atribuídas ao próprio Wagner Moura, Lula afirmou que o cinema nacional “vem mobilizando a atenção e o respeito das pessoas em todas as regiões, e tem sido um símbolo importante da volta da valorização dos artistas em nosso país”.
A desembargadora Maria da Graça Peres Soares Amorim, da 3ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA), decidiu manter as prisões preventivas de investigados na Operação Tântalo II, que apura um esquema de corrupção na Prefeitura de Turilândia, mesmo após o Ministério Público do Maranhão ter se posicionado pela substituição das custódias por medidas cautelares.
As prisões, decretadas anteriormente pela própria magistrada, foram reavaliadas após recursos das defesas. No entanto, a relatora concluiu que permanecem presentes os requisitos legais para a manutenção da medida extrema, como a gravidade dos crimes, o risco de interferência nas investigações e a possibilidade de continuidade das práticas ilícitas.
Com a decisão, seguem presos o prefeito Paulo Curió (União Brasil), a vice-prefeita Tanya Mendes (PRD) e operadores financeiros apontados como integrantes do núcleo central da organização criminosa. Também foi prorrogado por mais 90 dias o afastamento do prefeito, da vice-prefeita e de servidores estratégicos da administração municipal.
Divergência com o Ministério Público
No último sábado (10), o MPMA encaminhou parecer à 3ª Câmara Criminal defendendo a liberação dos investigados, entre eles o prefeito, sob o argumento de que as provas já reunidas reduziriam a necessidade da prisão preventiva. O documento foi assinado pelo procurador-geral de Justiça em exercício, Orfileno Bezerra Neto.
Apesar disso, a desembargadora ressaltou que o parecer ministerial não tem caráter vinculante, cabendo ao Judiciário avaliar, de forma independente, a necessidade das prisões. Segundo a decisão, a manutenção das custódias visa preservar a ordem pública e assegurar o regular andamento do processo.
Desvios milionários
De acordo com os autos, o grupo investigado teria atuado de forma organizada dentro do poder público municipal desde 2020, utilizando fraudes em licitações, contratos simulados e movimentações financeiras irregulares para desviar recursos públicos.
Levantamentos técnicos apontam que os contratos sob suspeita ultrapassam R$ 43 milhões, com indícios de que parte dos valores foi destinada a agentes públicos, familiares e empresas de fachada, além de ser utilizada para despesas pessoais e sustentação política.
Vereadores seguem sob cautelares
Em relação aos vereadores investigados, o TJMA optou por não decretar prisão preventiva, avaliando que a medida poderia comprometer o funcionamento da Câmara Municipal. Para eles, foram impostas restrições como prisão domiciliar, monitoramento eletrônico e limitação de acesso ao Legislativo apenas para sessões oficiais.
Prisão domiciliar em casos excepcionais
Pedidos de conversão da prisão em domiciliar com base em critérios humanitários foram analisados individualmente. A relatoria destacou que o benefício não é automático e só foi concedido em dois casos específicos, envolvendo gestação e doença grave comprovada.
A decisão conclui que as medidas cautelares mantidas são essenciais para desarticular o esquema criminoso, evitar a destruição de provas e garantir a efetividade da instrução processual. As investigações sobre a corrupção em Turilândia continuam em curso.
Confira a íntegra da decisão: 0830596-07.2025.8.10.0000
Com informações do site Direito e Ordem e o Informante
No afã de tentar eleger seu filho Orleans governador, Marcus Brandão teria partido para o tudo ou nada na reta final das definições partidárias. A última cartada teria sido minar a candidatura ao Senado do irmão Carlos Brandão.
A mais recente investida foi o vazamento da conversa reservada que houve entre governador e vice, que tentam encontrar uma solução de palanque único para o
presidente Lula no Maranhão. Até celulares foram proibidos na reunião entre os 2 mandatários, mas em menos de 24h a conversa foi completamente vazada por um blogueiro da confiança de Marcus Brandão.
Esta não é a primeira vez que Marcus conduz esse tipo de operação. Já gravou vídeos, grampeou aliados de forma ilegal e conduz campanhas difamatórias contra o grupo político liderado por Felipe Camarão.
O intuito é acabar de vez com qualquer possibilidade de que Carlos Brandão saia do governo em abril para concorrer ao Senado, e não abrir espaço para o vice-governador assumir o Palácio dos Leões no mesmo período.
A estratégia de Marcus era fabricar pesquisas favoráveis a seu filho e criar u clima de vitória por WO. A tática foi desmascarada por pesquisas de institutos nacionais que apontaram Carlos Brandão entre os governadores com pior avaliação do Brasil e Orleans com metade das intenções de voto do que a imprensa palaciana estava há meses alardeando.
Uma dessas pesquisas foi encomendada pelo PT nacional e fez com que o presidente Lula batesse martelo: sua chapa é Felipe governador, Brandão senador e Lula presidente. O tema foi informado diretamente a Brandão pelo presidente da República e reforçado por ninguém menos que Jose Sarney. O tema foi debatido entre irmãos, mas Marcus foi irredutível na candidatura do filho, mesmo que isso signifique o fim de linha para a carreira do irmão.
Analistas experimentados em política maranhense acompanham a movimentação com surpresa, principalmente devido ao alto grau de exposição negativa a que Marcus Brandão estaria submetendo o governador.